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Policiais da Regional de Água Boa são reconhecidos pelos anos de serviço dedicados à Polícia Civil

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Em mais um grande momento de reconhecimento aos policiais que fazem a diferença na Polícia Civil de Mato Grosso, investigadores e escrivães de polícia da Regional de Água Boa foram homenageados, na tarde desta quinta-feira (11.04) com a medalha de mérito policial, em evento realizado na na Câmara Municipal. 

A entrega das homenagens foi realizada pelo diretor de interior Walfrido Franklim do Nascimento, pela diretora de Execução Estratégica, Ana Paula de Faria Campos, pelo delegado Regional de Água Boa, Valmon Pereira da Silva e pela Coordenadora de Gestão de Pessoas, Luciani Barros Pereira. 
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Sete policiais civis, entre investigadores e escrivães, foram agraciados com medalhas na categoria prata e bronze, pelos 20 e 10 anos de serviços prestados à instituição. 

O evento foi marcado por momentos de grande emoção e valorização dos policiais, começando por uma mensagem de vídeo gravada pela delegada-geral, Daniela Silveira Maidel, que não pode participar do evento devido a necessidade do atendimento de demandas de interesse institucional em Cuiabá. 
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“Infelizmente eu não posso estar presente neste momento de celebração e de agradecimento aos servidores dasta Regional de Água Boa, quero agradecer o esforço de cada um, comprometimento e o trabalho de cada um de vocês do dia a dia de vocês, que faz a diferença, e faz a nossa insituição ser reconhecida como uma instituição forte e de confiança. Parabéns a todos os homenageados”, disse a delegada em sua mensagem.

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Mostrando-se um grande gestor e um apaixonado pela regional onde atua e pela história de vida dos servidores, o delegado Regional, Valmon Pereira da Silva, falou um pouco sobre cada um dos homenageados, demonstrando as razões deles serem verdadeiros merecedores do reconhecimento e honraria prestada pela Polícia Civil. 
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“Delegados, escrivães e investigadores, os senhores têm o meu total respeito e reconhecimento e eu faço questão de um pouquinho desta formalidade para justamente levar para vocês essa parceria, essa empatia que nós formamos, desde julho de 2019 e se Deus permitir, estaremos sempre aqui à disposição para somar com os senhores Os escolhidos aqui representam muito a bem a Regional e nós queremos continuar com vocês, dividindo grandes lições, grandes trabalhos, elevando o nome da Polícia Civil, no nível que ela merece, nível de excelência, de respeito  e de simplesmente de ser uma instituição forte e de referência na segurança Pública”, disse o Regional.

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Com 16 anos de Polícia e homenageado com a medalha na categoria Bronze, o investigador Valdivino Vital Amordivino, representou todos os homenageados  e disse que se considera uma testemunha viva da Polícia Civil de Mato Grosso ao longo dos anos, principalmente na área tecnológica que possibilitou mais agilidade e mais efetividade no combate à criminalidade. 

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É essencial que neste momento nós estendamos os nossos agradecimentos à população, que sempre deposita muita expectativa e credibilidade no nosso trabalho.. É uma imensa satisfação estar aqui recebendo esta medalha, que divido com todos da Delegacia de Canarana, porque certamente sozinho, eu não seria nada, mas com a participação de cada um de vocês, conseguimos fazer um trabalho, não talvez da forma que gostaríamos, mas da forma que nós sabemos que podemos e sempre queremos evoluir cada vez mais”, disse o investigador.  
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O diretor de Interior, Walfrido Frankim do Nascimento, mais uma vez se emocionou durante o evento, ressaltando a bela gestão realizada pelo delegado Regional Valmon, comprovada pela interação com os servidores, não só os lotados em Água Boa, mas nos demais municípios da Regional. 
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“Presenciamos uma relação, que impressiona por ser visivelmente verdadeira, fazendo deste um  momento de felicidade imensa. Ouvir os colegas falarem e relembrar os momentos, quase me faz chorar, mas qualquer expressão emotiva no dia de hoje é válida e a gente merece”, disse o diretor, bastante emocionado. 

“Neste momento, além dos agraciados parabenizo a cada um de vocês, porque hoje é uma certeza de que nós, como instituição, crescemos e amadurecemos bastante. A sociedade acredita na Polícia Judiciária Civil e vocês, que estão aqui hoje, me deixam muito à vontade para quando eu me aposentar, saber que irão de continuar esse trabalho e melhorar  tudo aquilo que já fizemos até hoje”, completou Walfrido.

 

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

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Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

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A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

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Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

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