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Policiais da Corregedoria são capacitados em curso de operador de mandados de alto risco

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Assessoria/Polícia Civil-MT

 

Quinze policiais, entre investigadores, escrivães e delegados, lotados na Corregedoria Geral da Polícia Civil de Mato Grosso concluíram  o Curso de Operador de Mandados de Alto Risco, ministrado pela Gerência de Operações Especiais (GOE). A cerimônia de entrega de brevês aos policiais formandos foi realizada, na tarde de sexta-feira (25.03), na Academia de Polícia (Acadepol).

A capacitação com 60 horas/aula foi realizada de 21 a 25 de março, período em que os policiais passaram por instruções práticas e conhecimentos modernos em táticas policiais para cumprimento de mandados visando aumentar a eficiência e a segurança dos profissionais no ambiente operacional.

 

A realização do curso para os policiais da corregedoria ocorreu após ser constatada a necessidade de preparo especializado no cumprimento dos mandados e ações realizadas pela unidade. A proposta foi levada para o corregedor-geral, Jesset Arilson Munhoz, que comprou a ideia, entrando em contato com a GOE que planejou e ministrou a capacitação aos policiais.

O delegado, Guilherme Fachinelli, que deu a sugestão e apontou a necessidade de realização do curso para os policiais da corregedoria, agradeceu a oportunidade e disse que agora a corregedoria tem uma equipe verdadeiramente capacitada para cumprir mandados de busca e apreensão;

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“A GOE é o grupo de última resposta da Polícia Civil. Então hoje, após passarmos por esse curso,  podemos dizer que estamos mais preparados com operadores capacitados para cumprir mandados de busca e apreensão em situações de alto risco, quando necessário for, nivelando a equipe que cumpre as missões pela corregedoria geral”, disse o delegado.

No evento foi realizada a entrega simbólica dos brevês aos policiais, sendo também realizada a homenagem ao delegado Alcindo Rodrigues da Silva e aos investigadores Hércules Vidrago e Flávio Pascoal que estavam completando 20 anos de carreira. Na sequencia também foi realizada uma a entrega de uma homenagem ao delegado Ramiro Queiroz em agradecimento ao apoio dado às ações da corregedoria.

 

O gerente da GOE, delegado Ramiro Mathias Ribeiro Queiroz, destacou que mesmo com o curto período de curso, os policiais adquiriram uma bagagem em que estarão preparados para ir ao combate, cumprir a finalidade e sobressair sobre os oponentes.

“Sabemos que não foi um curso fácil, porém necessário, uma vez que a corregedoria muitas vezes trabalha com situações sensíveis e por isso a GOE está aqui para ajudar, tanto nas operações como nas instruções e preparo dos policiais”, disse.

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O corregedor-geral, Jesset Munhoz, agradeceu o empenho da GOE e o apoio da Acadepol para a realização do curso. “Sempre que precisamos, no passado e em situações recentes e importantes, pudemos contar com apoio da GOE com toda qualidade, competência e preparo no trabalho, sendo uma unidade de grande capacidade e conhecimento técnico, garantindo a segurança das ações”, disse.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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