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Policiais civis prendem em Alto Taquari mulher envolvida com o tráfico de drogas

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Uma mulher integrante de facção criminosa e atuante do comércio de drogas em Alto Taquari, região sul do estado, foi presa em flagrante pela Polícia Civil, na sexta-feira (28.10), durante cumprimento de mandado de busca e apreensão. 

O trabalho está inserido na operação “Boca Maldita” deflagrada visando reprimir crimes como tráfico, roubos, homicídios, bem como fortalecer o combate a criminalidade na região. 

Durante investigações, os policiais civis identificaram o envolvimento da mulher, a qual utilizava uma motocicleta para praticar o crime na modalidade “delivery”. Com base nos indícios, foi representado pelo pedido de busca e apreensão deferido pela Justiça.

Com a ordem judicial a equipe foi até o endereço e nas buscas foram apreendidas várias porções de maconha e cocaína, balança de precisão, máquina de cartão, anotações referentes ao tráfico, pinos para acondicionamento da droga, dinheiro, entre outros materiais.

Diante do flagrante, a suspeita de 32 anos foi conduzida até a Delegacia de Alto Taquari, onde foi ouvida e autuada pelo crime de tráfico de drogas. 
 

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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