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Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreende mais de 400 kg de cloridrato de cocaína em caminhão na BR 364 em Mato Grosso

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Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizava fiscalização de trânsito e cargas no km 48.0 da BR 364, no município de Alto Garças/MT, na noite de 7 de maio de 2023, quando deteve um condutor que transportava ilícitos.

Durante a abordagem, os policiais solicitaram a documentação referente ao condutor, veículo e carga. Após análise dos documentos e conversa com o motorista, a equipe de policiais optou por realizar uma fiscalização detalhada.

Durante os procedimentos, a equipe localizou ocultos na carga, tabletes de cloridrato de cocaína.

Em seguida, foi dada ordem de prisão em flagrante ao condutor, que admitiu não saber a quantidade exata de substância que transportava e que ele havia pegado o caminhão já carregado em Nova Mutum/MT e levaria até São Paulo/SP, onde, segundo ele, alguém entraria em contato para receber a substância.

A equipe de policiais solicitou apoio em um armazém de grãos para o descarregamento do milho e a retirada total da substância. No total, foram localizados 381 tabletes com aproximadamente 420 kg cloridrato de cocaína.

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Após a retirada da substância, os policiais a encaminharam, juntamente com o envolvido, para a Polícia Judiciária.

Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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