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Polícia Rodoviária Federal apreende mais de 130m³ de madeira ilegal e recupera veículo produto de furto

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As apreensões de madeira ocorreram durante toda essa semana em diversas cidades, Itiquira, Guarantã do Norte, Sinop e Rondonópolis, todas no estado do Mato Grosso. A mais recente no dia de hoje (11/03), na cidade de Rondonópolis/MT, uma equipe da Polícia Rodoviária Federal abordou uma carreta vermelha, a qual estava carregada com madeira, cerca de 30m³.

Durante o procedimento de fiscalização, foi solicitado ao condutor a documentação da carga, as guias florestais exigidas para o transporte de madeira e o Documento de Origem Florestal (DOF).

Contudo, ao ser feita uma análise preliminar da carga, foram encontradas diversas divergências. Diante disso, foi solicitado o apoio dos agentes do INDEA/MT (Instituto de Defesa Agropecuária) o qual fizeram a análise macroscópica, constatando-se que havia diversas madeiras proibidas de comercialização por lei, além de itens não declarados.

Conforme a Instrução Normativa nº 9 do Ibama, de 12 de dezembro de 2016: o Documento de Origem Florestal, constitui licença obrigatória para o transporte e armazenamento de produtos florestais de origem nativa, contendo as informações sobre a procedência dos produtos, e a divergência entre o produto carregado e o que consta no DOF inválida a documentação.

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Diante dos fatos, a empresa remetente da carga , o destinatário da madeira e o transportador, e o condutor do veículo foram enquadrados no art. 46 da Lei Federal nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), em tese, por “Transportar, adquirir, vender madeira sem licença válida”, e no art. 47 do Decreto Federal nº 6.514/2008. O condutor do veículo prestou compromisso de comparecimento em juízo e foi liberado. O veículo e a carga estão à disposição do Poder Judiciário para providências cabíveis.

Além disso, na última quarta-feira (08.03), uma equipe da Polícia Rodoviária Federal realizava fiscalização na BR 364, proximidades do município de Campo Verde/MT, quando deu ordem de parada a um veículo que circulava na região.

Durante o procedimento de fiscalização, foram solicitados as documentações do veículo e do condutor, procedendo-se a identificação veicular. Foram percebidos alguns indícios de adulteração na numeração do chassi, havia marcas de lixamento, o que gerou suspeita da equipe da PRF.

Diante disso, foram feitas consultas as quais puderam chegar a identificar o veículo original, o qual tinha registro de furto na cidade do Rio de Janeiro no dia 01/03/21. Questionado sobre a procedência do veículo, o condutor informou que estava conduzindo a mando do cunhado e que levaria o automóvel até a cidade de Cacoal/RO.

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Diante dos fatos, o condutor do veículo foi detido, a princípio, pelo crime de receptação e encaminhado à polícia civil de Campo Verde/MT.

Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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