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Polícia Rodoviária Federal apreende grande quantidade de drogas em fiscalização na BR-364

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Na madrugada de 30 de março de 2024, durante uma abordagem rotineira na BR-364, KM 319, sentido Cuiabá/Rondonópolis/MT, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) fez uma importante apreensão. Uma combinação de veículos foi abordada, onde foram localizados aproximadamente 550 kg de cocaína. Inicialmente, o motorista alegou que a combinação estava vazia e tinha saído de Pontes e Lacerda-MT com destino a Alto Araguaia-MT para carregar.

No entanto, durante a fiscalização, um som estranho foi ouvido na parte frontal do primeiro reboque, levando à descoberta de um compartimento secreto, onde foram encontrados 550 tabletes de cocaína. Além disso, na cabine foram localizados 81 comprimidos de anfetaminas.

O condutor confessou que pretendia transportar a cocaína até Alto Araguaia-MT, onde seria misturada com óleo vegetal, e posteriormente seguiria para Simões Filho/BA.

Diante das evidências, foi constatada a ocorrência de tráfico de drogas. O motorista foi conduzido ileso para a Polícia Judiciária Civil de Campo Verde, onde serão realizados os procedimentos legais cabíveis.

A ação demonstra o compromisso da PRF em combater o tráfico de drogas e manter a segurança nas rodovias federais.

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Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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