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Polícia Militar prende homem por porte ilegal de arma de fogo em Pedra Preta

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Policiais militares do 5º Batalhão prenderam, na tarde desta quarta-feira (4.2), em Pedra Preta, um homem de 61 anos por porte ilegal de arma de fogo. Com ele, foram apreendidas uma pistola calibre .380 com 14 munições, duas espingardas, embalagens de chumbinho e pólvora, além de R$ 645 em dinheiro.

A equipe policial recebeu uma denúncia de que um homem estava comercializando armas de fogo em sua residência, localizada na zona rural do município. Diante das informações, os militares iniciaram diligências em buscas pelo suspeito e se deslocaram até o endereço indicado.

Ao chegar à residência, a equipe foi recebida pela esposa do suspeito, que relatou estar ele em uma região de campo cuidando da plantação. Durante buscas no interior do imóvel, os policiais localizaram uma pistola calibre .380 e 14 munições do mesmo calibre, duas espingardas sendo uma de pressão de calibre 5.5mm sem documentação, além de embalagens contendo chumbinho e pólvora.

Em continuidade na ação, a equipe se deslocou para um outro local indicado e localizou o suspeito em uma região de mata. Na abordagem, foi encontrada uma quantia em dinheiro e nenhum material ilícito. Questionado sobre as armas, o homem não quis se pronunciar. O suspeito foi encaminhado para a delegacia, juntamente com o material, para as providências que o caso requer.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil prende suspeitos de homicídio que moravam perto da vítima

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (13.10), a Operação Vizinho do Inimigo, para o cumprimento de quatro ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis.

A ação é resultado das investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis sobre o homicídio de um homem, de 45 anos, ocorrido no início de setembro deste ano, na residência da vítima, localizada no bairro Parque Universitário.

Conforme apurado pela Polícia Civil, no dia 5 de setembro, dois homens chegaram ao imóvel em uma motocicleta, entraram na residência e surpreenderam a vítima no quarto, efetuando 15 disparos de arma de fogo calibre 9 mm. A dinâmica do crime indicou uma ação planejada, que impossibilitou qualquer reação da vítima.

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou dois suspeitos do crime. Um jovem de 23 anos é apontado como o autor dos disparos. Já o segundo investigado, de 26 anos, que morava perto da vítima, teria monitorado a rotina do vizinho e arrombado o cadeado do portão para facilitar a entrada dos executores.

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Com base nas provas colhidas, a Polícia Civil solicitou os mandados à Justiça e deflagrou a operação nesta terça-feira (13).

Durante o cumprimento das ordens judiciais, o suspeito de 23 anos foi localizado e preso em uma residência no bairro Parque Universitário. No imóvel, os policiais apreenderam porções de maconha e cocaína, uma balança de precisão e mais de R$ 5 mil em dinheiro.

Diante do material encontrado, o investigado também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, além de ter sido preso temporariamente no âmbito das investigações sobre o homicídio.

Outro mandado de busca e apreensão foi cumprido na residência do segundo investigado, também no bairro Parque Universitário. Ele não foi localizado durante a diligência e continua sendo procurado pelas equipes policiais.

As investigações prosseguem para esclarecer a motivação do crime, identificar o terceiro envolvido na ação, apontado como o piloto da motocicleta, e aprofundar a apuração sobre a possível participação dos suspeitos em uma facção criminosa com atuação no município.

O nome da operação, Vizinho do Inimigo, faz referência ao fato de que os dois investigados identificados residiam nas proximidades da casa da vítima, circunstância que, segundo a investigação, teria facilitado o monitoramento da rotina e a execução do crime.

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O inquérito policial deverá ser concluído no prazo legal de 30 dias, com o indiciamento dos investigados pelos crimes apurados, conforme os elementos reunidos durante a investigação.



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