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Polícia Militar prende em flagrante suspeito de feminicídio em Itiquira

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Policiais militares do 3º Pelotão prenderam em flagrante, neste sábado (23.12), um homem, de 26 anos, suspeito do feminicídio de Adrielly Alves da Silva, de 21 anos, no município de Itiquira (363 km de Cuiabá). A jovem foi morta a facadas.

Segundo informações do boletim de ocorrência, a mãe do suspeito denunciou o homem à polícia, após encontrá-lo sujo de sangue e questioná-lo sobre o paradeiro da vítima. No entanto, ele não soube responder as perguntas e saiu de casa.

Em seguida, os militares saíram em buscas pelo suspeito, que foi encontrado na região central do município. Aos policiais, o homem confessou a autoria do feminicídio. De acordo com o relato do suspeito, por volta de 4h, ao chegar do trabalho, ele teria encontrado a vítima com um homem na residência.

Posteriormente, ele atingiu a jovem com diversas facadas. Após o crime, ele contou que lavou a faca com água quente e guardou novamente na gaveta. Os militares se deslocaram até a casa de Adrielly e a encontraram caída no banheiro. A morte foi confirmada por uma equipe do Hospital Municipal de Itiquira.

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O homem foi encaminhado à delegacia.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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