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Polícia Militar lança Operação Liquida Centro nesta segunda-feira (11) em Cuiabá

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A Polícia Militar de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta segunda-feira (11.07), a Operação Liquida Centro, em parceria com o Sindicato do Comércio de Tecidos, Confecções e Afins do Estado (Sincotec-MT), em Cuiabá. A ação visa o fortalecimento do policiamento ostensivo e preventivo até o próximo sábado (16.07).  

De acordo com o tenente-coronel PM, Kléber Franklin de Lima Ferreira, o reforço policial contará com mais de 250 militares e 40 viaturas empregadas de todas as unidades que compõe o 1º Comando Regional.  “Além do policiamento ostensivo a pé,  também serão realizadas operações com barreiras policiais em pontos estratégicos”, ressaltou.

O tenente-coronel PM, da 21ª Companhia Independente da Capital, Sadá Ribeiro Parreira, destacou que a força policial será empregada com militares da Cavalaria, Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio), Batalhão de Trânsito e Força Tática.

Segundo o presidente do Sincotec, Sérgio Ricardo Antunes, a expectativa é que haja aumento de 25% no fluxo de pessoas nos próximos dias.

“O comércio vai oferecer descontos de até 70% aos consumidores e com apoio da Polícia Militar do Estado o movimento deve ser melhor ainda, pois a região do centro estará fortalecida com o policiamento, garantindo a tranquilidade dos consumidores, empresários e empreendedores”. 

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Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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