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Polícia Militar lança nesta terça-feira (14) operação ostensiva com motocicletas

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A Polícia Militar de Mato Grosso lança nesta terça-feira (14.03), em Cuiabá, a operação “Tempo Resposta”, com todos os agentes usando motocicletas para ter mais mobilidade e agilidade. O início da ação será às 16h30, na Orla do Porto, na Capital.  

A operação conduzida pelo 1º Comando Regional da PM seguirá até o dia 18 de março. 

Os efetivos dos batalhões e unidades pertencentes ao 1º Comando estarão operando em horários específicos com a realização de abordagens, buscas, checagens e, consequentemente, prisões, em busca de garantir mais segurança à comunidade e diminuir a criminalidade,

Sediado em Cuiabá, o 1º Comando Regional é comandado pelo coronel Wankley Correa Rodrigues, e além de Cuiabá abrange os municípios de Chapada dos Guimarães, Acorizal, Barão de Melgaço, Nova Brasilândia, Planalto da Serra e Santo Antônio do Leverger. 

Serviço

Lançamento da operação “Tempo Resposta”
Data: 14/03 (terça-feira)
Horário: 16h30
Local: Nova Orla do Porto, avenida Beira Rio, bairro Porto, Cuiabá

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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