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Polícia Militar lança 12º Estágio de Aperfeiçoamento de Praças com 356 participantes

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A Polícia Militar de Mato Grosso, por meio da Escola Superior de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Esfap), deu início, na manhã desta quarta-feira (07.06), ao 12º Estágio de Aperfeiçoamento de Praças, em cerimônia realizada no auditório do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). Ao todo, participarão do curso, com duração de 60 dias, 356 policiais militares, sendo 44 no Estágio de Atualização de Sargentos (EAS), 288 no Estágio de Qualificação de Sargentos (EQS) e 24 no Estágio de Qualificação de Cabos.

O comandante da Esfap, tenente-coronel Bruno Marcel Souza Tocantins, contou que o curso abrangerá as disciplinas de Direito Penal Militar e Processual Penal Militar, Direito Administrativo, Termo Circunstanciado de Ocorrência e Procedimento Operacional Padrão (POP), aliando sempre a teoria à prática.

“O estágio é um momento importante na vida do policial militar, não somente pelo ganho de conhecimento, mas um período de rever colegas de turma, trocar experiências e fortalecer os laços da hierarquia, disciplina e ética militar. A principal função é aprimorar os conhecimentos técnicos e práticos dos policiais militares, se alinhando com as novas tendências para a garantia da segurança pública”.

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Representando o comandante-geral, o diretor de Ensino, Instrução e Pesquisa (DEIP), coronel PM Januário Antônio Edwiges Batista, ponderou que a qualificação profissional dos militares reflete na prestação de serviço à sociedade, melhorando ainda mais os conceitos e técnicas durante abordagens.

“Os estágios agregam conhecimentos científicos que trazem segurança jurídica e física ao policial durante a execução da atividade policial. Além do aperfeiçoamento para o exercício das atividades policiais, os estágios atendem exigências legais para a progressão nas carreiras de praças da PM e serve como pré-requisito para promoção”.

O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), Waldir Teis, enalteceu a parceria junto à Polícia Militar para mais um curso de qualificação e formação dos policiais militares. “Conhecimento é algo que ninguém pode nos tirar e nós do TCE estamos à disposição da instituição para fortalecer e capacitar nossos profissionais da Segurança Pública. A PM é uma das instituições que mais ensina disciplina para conseguir nossos objetivos e respeito ao próximo”.

A aula inaugural contou com as palestras do coronel PM da reserva remunerada Clarindo Alves de Castro sob o tema “Desafios do policiamento real no mundo virtual”, da sargento PM Adriana sobre “Sistema SIGADOC na prática” e por fim uma ministração do juiz Moacir Rogério Tortato com o tema “Discutindo a invasão a domicílio.

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Fonte: PM MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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