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Polícia Militar lamenta falecimento do coronel da reserva remunerada e médico Nadim Amui Júnior

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É com pesar, que a Polícia Militar de Mato Grosso informa o falecimento do coronel da reserva remunerada e médico-cirurgião, Nadim Amui Júnior, de 62 anos. Ele faleceu na madrugada desta segunda-feira (21.11), em sua residência, em Cuiabá. A causa da morte está em apuração. 

Coronel Nadim se formou em medicina pela Universidade São Francisco, em São Paulo, e se especializou em cirurgia-geral, pela mesma universidade. Após a conclusão do curso, ingressou na PMMT no ano de 1987, diretamente no Quadro de Oficiais de Saúde (QOS), como médico-cirurgião.

Ao longo de 30 anos de atendimento médico, foram centenas de salvamentos realizados pelo coronel Nadim, que era muito querido por toda a tropa. Após entrar na reserva remunerada, em 2016, permaneceu atuando na profissão de médico e atualmente trabalhava no Complexo Hospitalar Jardim Cuiabá.

O comandante-geral da PMMT, coronel Alexandre Corrêa Mendes, lamenta a repentina e dolorosa perda e transmite as mais sinceras condolências à esposa, filhos e demais familiares do coronel Nadim, bem como aos colegas de farda e amigos, que enfrentam este momento difícil.

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Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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