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Polícia Militar intensifica policiamento com a Operação Força Total

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A Polícia Militar de Mato Grosso deflagrou nesta terça-feira (16.01) a primeira edição de 2024 da “Operação Força Total – Polícias Militares à serviço do Brasil”, em cerimônia realizada na rotatória da Ponte Sérgio Motta, em Várzea Grande.

A operação, que ocorre de forma simultânea em todo território nacional, nos 26 estados e no Distrito Federal, visa intensificar atuação dos policiais militares com foco na detenção de suspeitos em flagrante delito, apreensões de armas e drogas e demais ações de garantia da segurança da população e ordem pública.

Em Mato Grosso, serão empregados 1.500 policiais militares e 700 viaturas para o intensificamento do policiamento em todos os 15 Comandos Regionais nos 142 municípios do estado para o combate de todo e qualquer tipo de delito, em ações ostensivas, preventivas e repressivas imediatas.

O comandante da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Alexandre Corrêa Mendes, destacou a importância da deflagração da operação em todo território nacional, em especial no estado, onda a PM atua diuturnamente no combate à criminalidade. Em Mato Grosso, as equipes realizarão abordagens, buscas e checagens, a pessoas e veículos, em policiamento ostensivo em processos a pé, motorizado e montado, com todas as unidades especializadas.

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“Chegamos na terceira edição da operação e a primeira deste ano graças ao empenho dos nossos policiais militares mato-grossenses. Essa operação só reforça o papel principal da Polícia Militar de trazer a sensação de segurança para toda população do nosso estado. A iniciativa almeja também
fortalecer o papel da Polícia Militar na promoção da segurança pública, uma vez que esta é uma condição fundamental para uma convivência harmônica em sociedade”, declarou Mendes, durante a solenidade de lançamento.

Conforme o comandante da Força Tática do 2º Comando Regional de Várzea Grande, tenente-coronel Tiago Costa Gomes, a Operação Força Total – Polícias Militares a serviço do Brasil é coordenada pelo Conselho Nacional dos Comandantes-Gerais das Polícias Militares (CNCG-PM), que tem como objetivo ampliar a sensação de segurança da população.

“Todas as nossas unidades, em especial da região metropolitana, estarão intensificando suas rondas, abordagens, patrulhamento tático na área rural e urbana contra repressão e criminalidade. Essas ações são fundamentais para preservação da ordem pública e promover a união e força da Polícia Militar, que está na linha da frente no combate à criminalidade e próxima da população”, ressaltou.

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Além dos efetivos dos batalhões de área, também estarão atuando os Batalhões especializados como Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Batalhão de Operações Especiais (Bope), Regimento de Policiamento Montado (Cavalaria), Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran), Batalhão de Proteção Ambiental (BPMPA), além das unidades da Força Tática e da Companhia de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio).

Fonte: PM MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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