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Polícia Militar desarticula quadrilha e recupera três veículos roubados em Várzea Grande

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Policiais militares do 2º Comando Regional prenderam dois homens e uma mulher por crimes de roubo, receptação, tráfico de drogas e porte ilegal de arma, na noite desta terça-feira (15.4), em Várzea Grande. Na ação, a PM recuperou três veículos roubados e apreendeu duas armas de fogo e porções de drogas.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes policiais receberam informações, via rádio, sobre o roubo de um veículo Renault Oroch, na região central da cidade.

Segundo as denúncias, criminosos, que fingiam serem clientes de uma empresa de carros, anunciaram o roubo e apontaram armas na direção das pessoas que estavam no local. Ainda de acordo com as informações, o grupo fugiu com o carro Oroch roubado e com uma um veículo Renault Sandero, que dava cobertura ao crime.

As equipes da 25ª Cia de PM e do 4º Batalhão iniciaram diligências na cidade, seguindo as informações e características dos suspeitos repassadas na denúncia. Em determinado momento, os policiais flagraram um veículo Sandero estacionando na frente de uma quitinete, com quatro pessoas.

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Os militares deram ordem de parada e iniciaram abordagem. Um dos homens foi detido rapidamente, enquanto os outros três membros da quadrilha fugiram para o interior da casa. Os policiais acompanharam o trio em fuga e conseguiram localizar duas pessoas.

Com o primeiro homem detido, a PM encontrou um revólver de calibre .38 com cinco munições. Já com os dois suspeitos, detidos dentro da casa, os policiais localizaram mais um revólver de calibre .38, porções de maconha e cocaína, duas placas de carro e a chave de um carro Chevrolet Prisma.

Questionados sobre o roubo do veículo Oroch e os materiais encontrados, os suspeitos confessaram o crime e revelaram que haviam deixado o carro roubado, no estacionamento de um mercado.

Sobre a chave do Chevrolet, um dos homens afirmou que o caso também teria sido roubado pela quadrilha e informou desconhecer a localização do carro. Os militares também fizeram checagem ao veículo Sandero, usado pela quadrilha, e constataram que o automóvel também seria produto de roubo.

Diante da situação, as equipes deslocaram até o mercado e encontraram o Renault Oroch, onde fizeram contato com a proprietária do carro para recuperação do veículo. Em seguida, receberam informações de que o Prisma estaria escondido, no bairro Nova Fronteira. Os militares foram ao endereço e encontraram o carro, mas não localizaram suspeitos.

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Os três criminosos detidos receberam voz de prisão e foram conduzidos até a Central de Flagrantes de Várzea Grande, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências. As forças policiais seguem em diligências para localização dos demais integrantes da quadrilha.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.


Fonte: PM MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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