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Polícia Civil recupera valores subtraídos de mais duas vítimas de golpes por meio eletrônico

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), em atendimento de mais duas ocorrências de golpe cometidos pela internet recuperou valor total de R$ 5,2 mil subtraídos de duas vítimas, na segunda-feira (06.06).

A primeira vítima de 45 anos procurou a Delegacia de Apiacás (1.010 km ao norte de Cuiabá), informando que ao realizou uma transferência via PIX, e após concluir, percebeu que havia enviado o valor para conta bancária de uma terceira pessoa.

Diante dos fatos a DRCI foi acionada pelos policiais civis de Apiacás para dar apoio nas diligências, conseguindo preservar o valor total de R$ 2 mil através de bloqueio bancário.

No segundo caso, a vítima de 58 anos registrou o boletim de ocorrência na Delegacia de Poconé, após cair no golpe do perfil do WhatsApp. A comunicante relatou que entraram em contato com ela através do número de um celular, com a foto de perfil de sua filha.

Se passando pela filha, o suspeito pediu o valor de R$ 3,2 mil e a vítima efetuou a transferência bancária via TED. Certo tempo depois, o golpista entrou em contato novamente pedindo mais dinheiro. Só então ela percebeu que havia sido vítima de estelionato.

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Comunicada acerca dos fatos, a DRCI conseguiu recuperar o valor subtraído da vítima. As investigações continuam para identificar o autor do crime cibernético.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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