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Polícia Civil recupera valor subtraído em golpe do falso boleto em Nova Xavantina

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Mais de $18 mil subtraídos de uma empresária por meio do golpe do falso boleto foram recuperados pela Polícia Civil, nesta terça-feira (13.12), em investigações realizadas pela Delegacia de Nova Xavantina (645 km a leste de Cuiabá).

As investigações iniciaram no mês de novembro, quando a vítima procurou a delegacia relatando que estava aguardando um boleto para pagamento de uma carga de cimento e ao recebê-lo em seu e-mail, realizou o pagamento no valor de R$ 18.589,99, não se atentando que o documento estava fraudado e o valor teria caído em outra conta.

Logo após a comunicação do crime, os investigadores iniciaram as diligências que duraram cerca de um mês, tomando todas as medidas cabíveis para esclarecimento dos fatos.

Durante as investigações, foi descoberto que o valor caiu na conta de uma empresa multinacional, que teria recebido o valor como pagamento de um serviço, solicitado por um suposto usuário.

Com as evidências e documentação em mãos, os policiais informaram aos advogados da empresa sobre a ilicitude da percepção dos valores, sendo a quantia restituída à vítima nesta quarta-feira (13). A empresa se colocou à disposição para esclarecimento dos fatos.

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As investigações seguem em andamento para identificar os responsáveis pelo envio do boleto fraudado .

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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