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Polícia Civil recupera valor subtraído de vítima em golpe do falso funcionário de banco

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Sinop (499 km ao norte de Cuiabá) e Delegacia Especializada de Crimes Informáticos (DRCI), recuperou R$ 17 mil subtraídos de uma vítima por meio de um golpe aplicado por uma pessoa que se passava por funcionário do banco.

As investigações iniciaram no domingo (08.01), quando a vítima, de 65 anos, procurou a Delegacia de Sinop, relatando que havia recebido uma mensagem de uma suposta funcionária do banco, com uma proposta de redução de valor de empréstimo consignado.

A vítima aceitou a proposta, porém após todas as orientações da funcionária, verificou que foi realizado um empréstimo, sem sua autorização. Ao perceber a transação, a vítima questionou a suposta funcionária, que passou várias chaves pix, em que a vítima fez depósitos. Somente depois dos fatos, descobriu que havia caído em um golpe.

Assim que receberam a comunicação dos fatos, os policiais da Delegacia de Sinop entraram em contato com a equipe da DRCI que junto ao setor antigolpe da agência bancária conseguiu bloquear o valor de R$ 17 mil subtraídos da vítima.  

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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