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Polícia Civil recupera valor subtraído de vítima em golpe de falso médico

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A Polícia Civil, por meio da delegacia de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, recuperou na sexta-feira (02.12) mais de R$ 4,6 mil, subtraídos de uma vítima no golpe do “falso médico”. O golpista entrou em contato com a filha de um paciente em tratamento em um hospital da Capital, se passando por médico, para solicitar valores para realização de novos exames.

As investigações iniciaram após a vítima procurar a Delegacia de Estelionato, relatando que o seu pai está internado na UTI de um hospital de Cuiabá e que na quinta-feira (01), recebeu uma ligação de uma pessoa, que se apresentou como médico e disse que havia descoberto o motivo da piora do paciente, mas que para comprovar seria necessário a realização de exames complementares.

Acreditando falar com um médico, a vítima fez a transferência do valor solicitado via pix, quando novamente o golpista entrou em contato, dizendo que havia passado o valor errado e pedindo uma nova transferência. O suspeito ainda disse que o valor seria ressarcido à vítima e pediu seus dados pessoais para estorno posterior.

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Após realizadas as transferências, o suspeito apagou todas as mensagens e bloqueou a vítima. Assim que tomou conhecimento dos fatos, a equipe da Delegacia de Estelionato entrou em contato com o setor antifraudes de duas agências bancárias, conseguindo o bloqueio do valor de R$ 4.662 subtraídos da vítima. O valor será restituído após algumas providências de praxe junto aos bancos.

Segundo o delegado que atuou na ação, Pablo Carneiro, as investigações seguem em andamento em inquérito policial instaurado na Delegacia de Estelionato com o objetivo de identificar e responsabilizar os envolvidos no crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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