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Polícia Civil recupera valor subtraído de vítima de golpe do falso intermediário

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) em apoio a Delegacia de Sinop (500 km ao norte de Cuiabá), recuperou quase R$ 27 mil subtraídos de vítima de estelionato.

Na terça-feira (14.02),  uma mulher de 29 anos procurou a Delegacia de Polícia em Sinop para registrar a ocorrência, depois de tentar comprar um imóvel e cair no golpe do falso intermediário.

A comunicante narrou que viu o anúncio de venda de casa, na rede social do Facebook e deixou o seu contato para retorno. Em seguida o suposto vendedor ligou e disse que havia recebido o imóvel como pagamento de uma dívida.

Durante conversa o golpista alegou que não precisava da casa, razão pela qual estava vendendo a residência pelo valor abaixo do avaliado em mercado. Porém, caso a interessada pagasse à vista daria um desconto ainda maior.

Finalizado o acordo, a vítima fez as transferências bancárias para as contas indicadas pelo negociador, com diferentes titularidades. Na sequência ela conversou com a proprietária da casa, a qual informou que o contrato estava pronto, porém aguardava o pagamento.

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Só então a comunicante percebeu que se tratava de um golpe de estelionato. A vítima relatou que ao ver o imóvel, em nenhum momento falou com a dona sobre valores, pois o suspeito disse que a proprietária o devia e pediu sigilo sobre a negociação.

Diante dos fatos os policiais civis de Sinop solicitaram apoio a DRCI, que por meio de bloqueio bancário conseguiu recuperar a quantia de aproximadamente R$ 27 mil.

As investigações continuam visando identificar o golpista e outros envolvidos no crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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