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Polícia Civil recupera valor de R$ 5,5 mil subtraído de vítima de golpe pela internet

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) em conjunto com a Delegacia de Sorriso (420 km ao norte de Cuiabá), recuperou o valor de R$ 5,5 mil de uma vítima de estelionato.

A vítima de 23 anos procurou a Delegacia de Polícia de Sorriso para registrar a ocorrência. O comunicante informou que viu no Facebook um anúncio de venda de uma motocicleta e entrou em contato com o anunciante.

Durante a conversa o suspeito contou que estava vendendo o veículo por um valor mais baixo pois precisava do dinheiro para tratamento de saúde. Em seguida, o suspeito informou que sua “sobrinha” iria mostrar a moto para a vítima.

Depois de ver o veículo, o comunicante realizou o PIX do valor acordado de R$ 5,5 mil para a conta bancária indicada pelo suspeito. Porém ao chegar no cartório a vítima descobriu que havia caído em um golpe.

Diante das informações os policiais civis de Sorriso passaram a apurar os fatos e para dar apoio acionaram a DRCI que por meio de bloqueio bancário conseguiu recuperar o valor total subtraído da vítima.

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As investigações continuam para identificar e responsabilizar os autores do crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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