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Polícia Civil recupera R$ 9 mil subtraído de vítima em golpe na compra de veículo

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Estelionato e Outras Fraudes, em ação realizada nesta sexta-feira (08.07), recuperou o valor subtraído de uma vítima do golpe do falso intermediador de vendas. Neste tipo de golpe, o estelionatário copia um anúncio verdadeiro de um site de compra/venda pela internet e passa a negociar o produto.

As investigações iniciaram após a vítima, de 32 anos, procurar a delegacia relatando ter negociado a compra de uma motocicleta, com uma pessoa que se passava por primo do proprietário. Após fazer a transferência do valor, percebeu que não era a conta do dono do veículo, descobrindo que havia caído em um golpe.

Diante dos fatos, a equipe da Delegacia de Estelionato entrou em contato com o Setor de Inteligência do Banco Bradesco, conseguindo o bloqueio do valor de R$ 9 mil transferido pela vítima. Após algumas providências junto à agência bancária, o valor será restituído à vítima.

As investigações seguem em andamento para identificar e prender os envolvidos no crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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