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Polícia Civil recupera R$ 6 mil subtraído de vítima em compra de veículo pela internet

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O valor de R$ 6 mil subtraídos de uma vítima de golpe na compra de uma motocicleta foram recuperados pela Polícia Civil, na quinta-feira (06), em uma ação conjunta da Central de Flagrantes de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá) e Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

As diligências para recuperação do valor iniciaram após a vítima procurar a Central de Flagrantes de Barra do Garças, informando que havia caído em um golpe durante negociação de compra e venda de uma motocicleta anunciada por meio da rede social Facebook, em que depositou R$ 6 mil para o golpista.

Com base nas informações passadas, os policiais de Barra do Garças enviaram o comprovante de pagamento e as demais informações à equipe da DRCI, que com apoio do setor antifraudes da agência bancária, conseguiu o bloqueio do valor transferido pela vítima.

Após a recuperação, os policiais de Barra do Garças orientaram a vítima sobre as providências junto ao banco para ressarcimento do valor. Investigações seguem em andamento para identificar os golpistas.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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