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Polícia Civil recupera R$ 47 mil de vítima de golpe em aplicativo bancário em Cuiabá

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A Delegacia Especializada em Estelionatos e Outras Fraudes de Cuiabá recuperou nesta quinta-feira (05.01) 47 mil reais tomados de uma vítima em um golpe envolvendo serviços prestados por um banco federal. 

Na quarta-feira (04.01), uma pessoa se passando por funcionário do Banco do Brasil entrou em contato com a vítima, moradora da Capital, e disse que o sistema de segurança do banco constatou que ela havia acessado a conta por um aparelho celular diferente do cadastrado. O suposto funcionário, de posse dos dados bancários e pessoais, disse ainda que o programa de pontos da vítima tinha sido afetado e orientou que para cliente fazer o resgate dos pontos, seria necessário acessar um endereço da empresa por meio de um link e a direcionou ao serviço de atendimento. 

Após o contato, a vítima ficou com a conta bancária bloqueada e foi ‘orientada’ pelo suposto atendente a ir a uma agência do banco para realizar a liberação no caixa eletrônico, do aplicativo no celular e do crédito do programa de pontos. Em seguida à liberação no caixa eletrônico, a vítima recebeu uma ligação do gerente bancário indagando sobre algumas movimentações estranhas na sua conta e a realização de um empréstimo. 

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A Delegacia de Estelionato constatou que foram realizadas transferências bancárias eletrônicas nas modalidades TED e Pix para contas desconhecidas. Depois, os valores foram triangulados para contas diferentes em diversos bancos, a fim de evitar o rastreio da polícia. 

Com o trabalho do Núcleo de Inteligência da Delegacia de Estelionatos foi possível bloquear R$ 47,5 mil e identificar o golpista, que é morador do litoral de São Paulo. A investigação segue para chegar também aos beneficiários das contas que receberam os valores.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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