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Polícia Civil recupera R$ 33 mil em eletrônicos subtraídos de empresa vítima de golpe em Cuiabá

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, desarticulou um golpe aplicado contra uma empresa de produtos eletrônicos e recuperou diversos objetos avaliados em R$ 33 mil, subtraídos por meio de aquisições fraudulentas utilizando cartões de terceiros.

Duas pessoas, uma delas contratada para buscar os produtos na empresa em Cuiabá e outra que receberia a mercadoria na cidade de Manaus (AM), foram identificadas e prestaram esclarecimentos sobre os fatos. As investigações, conduzidas pelo delegado Eduardo Ribeiro, estão em andamento e apontam para uma possível associação criminosa envolvida nos crimes.

As investigações iniciaram no dia 18 de março, quando uma pessoa entrou em contato com a loja de eletrônicos e realizou a compra no valor de R$ 33 mil, efetuando o pagamento com três cartões de crédito virtuais. Após os produtos serem despachados para a cidade de Manaus, o dono de um dos cartões entrou em contato com a empresa contestando a compra, informando ser morador do Estado de Goiás e que não era o responsável pela compra.

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Percebendo que se tratava de um golpe, o proprietário da empresa procurou a Delegacia de Estelionato para comunicar os fatos e as investigações iniciaram de imediato. Um dia depois da primeira compra, o mesmo golpista tentou realizar outra aquisição de produtos, desta vez no valor de R$ 42 mil, que foi aprovada em outro cartão virtual.

Com as investigações já em andamento, a equipe da Delegacia de Estelionato aguardava na empresa a retirada do produto, que não chegou a ser entregue, evitando qualquer prejuízo ao proprietário da empresa.

A pessoa responsável por retirar a mercadoria na loja em Cuiabá foi conduzida à Delegacia e contou que foi contratado para buscar os produtos e enviar para Manaus, informando os dados de quem receberia os produtos.

Com base nas informações passadas, a equipe da Delegacia de Estelionato de Cuiabá entrou em contato com a Polícia Civil do Amazonas, que conseguiu identificar o suspeito, que foi conduzido à Delegacia de Manaus para prestar esclarecimentos.

A carga de produtos, adquirida no dia 18 e que já tinha sido enviada para Manaus, foi interceptada em Brasília após a empresa aérea ser oficiada pela Polícia Civil, informando que se tratava de material de crime e que seriam restituídos à vítima. As investigações continuam na Delegacia de Estelionatos para a elucidação do caso e para identificação de outros possíveis criminosos envolvidos no crime.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. 

Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

Investigações

As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.

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No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.

Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade. 

As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Descapitalização financeira

As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.

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As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.

A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 



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