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Polícia Civil recupera R$ 25 mil subtraídos de vítimas de fraudes eletrônicas

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A Delegacia Especializada em Crimes Cibernéticos(DRCI), da Polícia Civil de Mato Grosso, recuperou na última semana, R$ 25 mil, em apoio a diligências investigativas de delegacias do interior, para apurar fraudes eletrônicas contra vítimas nas cidades de Sinop, Canarana, Tangará da Serra e Cuiabá.

Em Tangará da Serra, um jovem de 19 anos foi vítima de um golpista, ao ver o anúncio de uma motocicleta e iniciar a negociação de compra. O golpista se passou por funcionário do Detran da cidade, disse que o veículo estaria no pátio do órgão e que o proprietário não tinha mais interesse. A vítima fez o pagamento de R$ 3.200,00 e depois não conseguiu mais conta com o golpista.

Na cidade de Canarana, uma vítima relatou à Polícia Civil que viu a venda de uma motocicleta modelo Honda CB 300,pelo Facebook. Ela informou que a pessoa com quem estava negociando dizia ser dono da moto, mas, somente depois que realizou o pagamento no valor de R$ 5 mil, descobriu se tratar de um golpe do falso intermediador de vendas.

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No norte do estado, um jovem de 23 anos também foi vítima da mesma fraude. Ele viu o anúncio de um veículo e entrou e contato com o anunciante, que afirmou ser o proprietário do carro, mas que quem iria mostrá-lo era sua prima.

A vítima veio da cidade de Sata Carmem até Sinop para ver o veículo e depois fez duas transferências totalizando 3 mil reais para conta informada pelo anunciante.

Ao perguntar à proprietária sobre o carro, a vítima percebeu que era um golpe, pois o nome era diferente do comprovante de transferência.

Em Cuiabá, um golpista entrou com a vítima e disse que tinha um veículo modelo Ônix, que era de um primo, para venda. O suspeito o encontro para os supostos comprador e vendedor ver o carro, em um cartório de Cuiabá.

A vítima pensando se tratar de uma compra comum de um carro e ao receber a informação de que estava tudo certo, pediu para que seu sócio fizesse o pagamento, que foi realizado em duas transferências por Pix.

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Todos os golpes são apurados pelas delegacias das cidades onde residem as vítimas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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