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Polícia Civil recupera R$ 2 mil subtraídos de duas vítimas em golpes distintos de estelionato

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Duas ações distintas realizadas pela Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes de Informáticos (DRCI), resultaram na recuperação de R$ 2 mil, subtraídos de vítimas de golpes de estelionato aplicados pela Internet.

O primeiro golpe foi aplicado contra uma vítima de Maceió estado de Alagoas. Acreditando estar atendendo um pedido seu filho feito pelo aplicativo whatsapp, a vítima fez três transferência via pix para contas distintas nos valores de R$ 1.250, R$ 2.865 e R$ 8.455 para o golpista.

A equipe da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) recebeu a denúncia e acionou a equipe da DRCI, uma vez que havia informações que as contas eram do estado de Mato Grosso. Com base nas informações passadas, foi possível fazer o bloqueio de R$ 1.400 subtraídos da vítima.

A segunda vítima acreditando conversar com uma conhecida, negociou uma televisão pelo valor R$ 670. Logo após a transferência via pix, a vítima percebeu que havia caído em um golpe, uma vez que o golpista continuou pedindo dinheiro se passando pela amiga da vítima.

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Em diligências sobre o caso, a equipe da DRCI conseguiu recuperar R$ 600 do valor subtraído com o golpe. Com as duas ações, foi possível recuperar R$ 2 mil por meio de bloqueios em contas bancárias e que serão restituídos às vítimas.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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