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Polícia Civil recupera por meio de bloqueio bancário valor total subtraído de vítima

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A Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), em parceria com a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, recuperaram por meio de bloqueio bancário o valor integral subtraído de uma vítima de golpe.

As diligências iniciaram nesta manhã de quarta-feira (15.06), logo após a vítima moradora do bairro Jardim Aclimação, procurar a Polícia Civil para registrar a ocorrência de estelionato por meio da internet.

A vítima contou que caiu no golpe do WhatsApp clonado, após receber uma mensagem de uma pessoa com a foto e dizendo que era sua filha, porém havia trocado o número de celular.

O golpista passou a conversa com a vítima se passando com sua filha, e disse que precisava fazer uma transferência bancária via PIX para uma pessoa, mas que estava com problema em sua conta.

A comunicante sendo enganada realizou o pagamento bancário no valor de aproximadamente de R$ 2 mil para a conta indicada pelo suspeito, que certo tempo depois, voltou a pedir mais dinheiro. Só então a mesma percebeu que havia sido vítima de golpe.

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Logo que acionados sobre os fatos, a equipe da DRCI conseguiu em parceria com os Setores Antifraude do PIC PAY e do NUBANK, o bloqueio do valor total do prejuízo causado a vítima. As investigações continuam visando identificar o autor do crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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