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Polícia Civil recupera mais de R$ 17,8 mil subtraídos de vítima de estelionato por meio eletrônico

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Mais uma quantia aproximada de R$ 17,8 mil, subtraída de uma vítima de estelionato eletrônico, foi recuperada pela Polícia Civil, em ação da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes informáticos (DRCI) e da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças.

Na terça-feira (13.12), a vítima procurou a Polícia Civil no município de Barra do Garças, informando que havia caído em um golpe, após acessar site falso de um banco e emitir um boleto de pagamento no valor cerca de R$ 17,8 mil, sendo induzida a pagá-lo.

A vítima chegou a conversar com os golpistas, se passando por representantes do banco, o orientaram a pagar o boleto referente a quitação do veículo adquirido pela vítima na instituição financeira. Os suspeitos também enviaram outros dados para pagamento via PIX, referente a multa.

Diante dos fatos a equipe das DRCI foi acionada para dar apoio nas investigações, e conseguiu através de bloqueio bancário recuperar a quantia subtraída.

As diligências continuam visando identificar e responsabilizar criminalmente os envolvidos no golpe.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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