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Polícia Civil recupera a quantia de R$ 16 mil subtraída de vítima de estelionato

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informático (DRCI) em conjunto com a Delegacia de Jaciara (145 km ao sul de Cuiabá), recuperou aproximadamente R$ 16 mil subtraídos de uma vítima de estelionato.

Na quarta-feira (07.12), a mulher de 53 anos e moradora da cidade de Dom Aquino, procurou a Delegacia de Polícia de Jaciara para registrar a ocorrência. 

Conforme a comunicante, uma pessoa da família de posse do seu celular realizou a transferência bancária do valor de R$ 16 mil, sem a sua permissão. Em contato com o familiar, este informou que não devolveria a quantia retirada da poupança da vítima. 

Diante das informações, os policiais civis de Jaciara solicitaram apoio à DRCI, que conseguiu por meio de bloqueio bancário recuperar o valor subtraído da vítima.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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