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Polícia Civil recupera 23 baterias de caminhão furtadas em Mirassol d’Oeste

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Mirassol d’Oeste (300 km a oeste de Cuiabá), recuperou nesta segunda-feira (07.11), 23 baterias de caminhão que foram furtadas entre os meses de outubro e novembro do corrente ano.

As investigações apontaram que os criminosos aproveitavam que veículos ficavam estacionados em via pública e durante a madrugada, quando não havia pessoas na rua ou sistema de monitoramento, praticavam os furtos.

Com base em um boletim de ocorrência registrado no dia 06 de novembro, os policiais iniciaram as diligências e reuniram elementos de informação que indicavam o local onde as baterias estavam guardadas.

Em buscas na residência, a equipe da  Delegacia de Mirassol d’Oeste localizou 23 baterias de caminhão produto de furtos ocorridos no município. O suspeito foi indagado sobre a origem das baterias e não apresentou nenhum documento que comprovasse a origem lícita dos objetos.

Diante disso, foi conduzido à Delegacia de Mirassol D’Oeste, onde após ser interrogado pelo delegado Matheus Prates, foi autuado em flagrante pelo crime de receptação e posteriormente encaminhado para a cadeia pública municipal.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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