CUIABÁ

POLÍCIA

Polícia Civil realiza palestras para professores e comunidade escolar de Lucas do Rio Verde

Publicados

POLÍCIA

A Polícia Civil do município de Lucas do Rio Verde, região norte do Estado, participou na quinta-feira (19.05), das ações sociais inseridas na campanha “Maio Laranja”, visando a conscientização acerca do abuso e exploração sexual infantil.
 
Os trabalhos preventivos foram realizados em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social, Centro de Referências de Assistência Social e pelo Núcleo de Atendimento à Criança, Adolescente, Idoso e Mulher, da Delegacia de Lucas do Rio Verde.

Foram promovidas palestras aos educadores da rede municipal de ensino, orientando os professores sobre a melhor forma de abordagem, acolhimento, e especial como identificar possíveis casos de alunos vítimas de abusos.

Representando o Núcleo de Atendimento à Criança, Adlolescente, Idoso e Mulher, o delegado Eugênio Rudy e a psicóloga Rhayane Campanin, ministraram as palestras falando da procedimentalização, o profissional que acolher este aluno e receber o relato, deverá produzir um relatório, chamado de Revelação Espontânea. Em seguida, registrar boletim de ocorrência e comunicar o Conselho Tutelar e Ministério Público, para as devidas providências necessárias.

Na ocasião também foi falado sobre a escuta especializada que é realizada na Delegacia de Polícia, bem como é importante realizar, seguindo o roteiro da escuta que  compreende no acolhimento também do responsável familiar e da criança ou adolescente, além do encaminhamento a rede de proteção e órgãos do Sistema de Garantias de Direitos.

Leia Também:  Polícia Civil prende proprietário de lava jato utilizado para comércio de drogas

A Secretaria de Assistência Social e a Polícia Civil também subsidiaram todos os profissionais da área de educação, para que a unidade de ensino possa fazer essas denúncias de forma célere e mais segura, uma vez que os professores estão mais próximos dos alunos.
 

Fonte: PJC MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍCIA

Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

Publicados

em

Reprodução

Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

Leia Também:  Polícia Civil prende quatro envolvidos em sequestro, homicídio e ocultação de cadáver em General Carneiro

A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

Leia Também:  Em ação de apoio a PM/MT, PRF ajuda a recuperar veículo furtado

Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA