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Polícia Civil realiza ação preventiva com mulheres moradoras de rua

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), realizou a ação preventiva de abordagem, cadastramento e conscientização de mulheres que vivem atualmente em situação de vulnerabilidade como moradoras de rua.

A ação contou com apoio da equipe de Assistência Social do município e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Durante os trabalhos, foram visitados vários pontos da cidade de Barra do Garças, em que há concentração de moradores de rua.

Segundo a delegada da DEDM Barra do Garças, Luciana Canaverde, a ação tem o objetivo de incentivar as mulheres a retornarem ao convívio de suas famílias, não se envolverem em crimes, em razão do consumo de álcool e outras drogas.

“Bem como terem a consciência de que elas podem e devem procurar a Delegacia de Defesa da Mulher sempre que forem vítimas de qualquer tipo de violência”, explicou a delegada.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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