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Polícia Civil promove curso visando o enfrentamento aos crimes cibernéticos

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Sessenta policiais civis de Mato Grosso participaram do curso de capacitação, promovido pela Polícia Civil, por meio da Diretoria de Atividades Especiais (DAE), visando qualificação acerca dos conceitos, métodos e técnicas investigativas cibernéticas.

O encontro foi realizado nesta semana, entre segunda-feira (27.03) e sexta-feira (31.03), na Academia de Polícia, e reuniu escrivães, investigadores e delegados, das delegacias pertencentes às Diretorias do Interior, Metropolitana e Atividades Especiais.

Ministrado pelo delegado titular da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), Ruy Guilherme Peral da Silva, a capacitação busca difundir os trabalhos adotados pela DRCI, nas investigações de crimes informáticos.

O projeto pedagógico do curso foi aprovado pela Academia da Polícia Civil, e tem como foco a difusão das técnicas utilizadas na apuração desse tipo de ilícito penal, bem como o aprimoramento do atendimento às vítimas no tocante às primeiras e urgentes orientações a serem dadas.

Conforme o delegado Ruy Guilherme, o projeto piloto foi realizado na Delegacia Regional de Alta Floresta, nos dias 10 e 13 de fevereiro, e após aprovação da Acadepol e da Diretoria Geral, passa a ser uma capacitação continuada visando atender a todo o efetivo da instituição.

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“Estavam presentes 20 policiais das treze regionais do interior, 20 das regionais de Cuiabá e Várzea Grande, e 20 policiais das unidades especializadas”, destacou Ruy Guilherme.

O diretor de Atividades Especiais, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, falou sobre a importância de difundir esse conhecimento da DRCI, visando a efetividade e celeridade no atendimento às vítimas, para que a instituição possa padronizar o atendimento realizado tanto na Capital como no interior do Estado.

“Esse é o primeiro curso feito na Acadepol e a ideia é que possamos interagir com os colegas das demais unidades, bem como dar continuidade nesse projeto de ensinamento, tão bem elaborado pela DRCI e acolhido pela Acadepol, e que traz como consequência o melhor atendimento a sociedade “, finalizou o diretor Vitor Hugo.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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