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Polícia Civil procura por autor de feminicídio ocorrido em Rondonópolis

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A Polícia Civil concluiu quarta-feira (22) o inquérito sobre um feminicídio ocorrido em Rondonópolis, no início deste ano, e procura pelo autor do crime, Rodrigo Araújo Félix Pereira, de 28 anos, que está com a prisão preventiva decretada.

Conforme a investigação da Delegacia de Homicídios de Rondonópolis, a vitima Valéria Alves de Melo, de 61 anos, fora encontrada morta, seminua e com várias agressões pelo corpo, no dia 06 de janeiro. O corpo estava em um quarto do prédio de um antigo motel, que funcionava atualmente como quitinetes, no bairro Jardim Eldorado.

A perícia realizada concluiu que a vítima foi esganada. Conforme a investigação, o crime supostamente ocorreu durante um possível desentendimento entre a vítima e o autor.

Com os elementos colhidos durante a investigação e a identificação do autor do crime, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do autor, que está foragido até o momento.

A DHPP de Rondonópolis solicita a colaboração da população com informações que auxiliem na localização do autor do crime. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo telefone 197, ou diretamente à equipe de investigação pelo Whatsapp: (66) 99911-3598.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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