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Polícia Civil prende um dos alvos de mandado de prisão na segunda fase da “Operação Verdades Ocultas 2”

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A Delegacia de Polícia de Cocalinho cumpriu, nesta terça-feira (29.4), um dos cinco mandados de prisão expedidos na segunda fase da Operação Verdades Ocultas 2, que investiga o duplo homicídio de um casal ocorrido em janeiro deste ano no município. Os demais suspeitos seguem foragidos, e as equipes policiais continuam em diligências para localizar e prender os envolvidos.

As investigações apontam que o casal, desaparecido desde o início do ano, foi sequestrado, torturado e morto por integrantes de uma facção criminosa que atua na região. Os corpos das vítimas ainda não foram localizados, mas a Polícia Civil mantém as buscas e reforça o compromisso com o esclarecimento dos fatos.

A Operação Verdades Ocultas 2 integra o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o enfrentamento das organizações criminosas, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.

O delegado regional de Água Boa, Valmon Pereira da Silva, destaca que o cumprimento das ordens judiciais é fundamental para a responsabilização dos envolvidos e para a continuidade das investigações. “Seguiremos com as diligências para localizar e prender todos os suspeitos, além de aprofundar as investigações sobre a atuação do grupo criminoso na região”, afirmou.

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A Polícia Civil reforça que informações que possam contribuir para a localização dos foragidos podem ser repassadas de forma anônima pelo disque-denúncia 197.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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