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Polícia Civil prende três envolvidos em roubo em empresa de sucata em Várzea Grande

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Três criminosos, envolvidos em um roubo em uma empresa de sucata em Várzea Grande, foram presos em flagrante pela Polícia Civil nesta quinta-feira (13.11), durante diligências realizadas pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos do município (Derf-VG).

O crime ocorreu na manhã de quarta-feira (12.11), quando dois criminosos armados invadiram o estabelecimento e anunciaram o roubo. Na ação, os suspeitos subtraíram aparelho celular, dinheiro e uma chave da caminhonete Hilux da vítima.

Um dos suspeitos foi reconhecido pela vítima, como uma pessoa que costumava frequentar a sua empresa, indo ao estabelecimento diversas vezes para vender latinhas. Por conhecer o local, o suspeito foi o mentor do roubo e atuou ficando do lado de fora da empresa, dentro de um veículo. O objetivo era auxiliar os comparsas na fuga.

Posteriormente, foi possível identificar os outros dois envolvidos, que também foram reconhecidos pela vítima como autores do roubo. Eles tiveram as identidades confirmadas por meio das imagens do sistema de segurança da empresa.

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Durante a ação criminosa, os suspeitos foram extremamente agressivos, exigiram que o proprietário da empresa entregasse o cobre (produto de alto valor). Quando a vítima falou que não tinha, os criminosos ficaram ainda mais violentos, chegando a ameaçar o empresário de morte.

Com a identificação dos três envolvidos no crime, os policiais da Derf-VG saíram em diligências e conseguiram localizar o suspeito de planejar o crime, que estava em posse do veículo utilizado no roubo.

Em seguida, os policiais localizaram os outros dois suspeitos, sendo apreendidos com eles, um simulacro de arma de fogo que também foi usado no assalto.

Questionados, os comparsas revelaram que o primeiro suspeito foi quem os recrutou para a prática do roubo, dizendo que havia grande quantidade de cobre e alto valor em dinheiro que seria dividido entre os três, na empresa.

Diante dos fatos, os três suspeitos foram conduzidos à Derf-VG, interrogados pela delegada Elaine Fernandes de Souza e autuados em flagrante pelo crime de roubo majorado.

Os três suspeitos são considerados de alta periculosidade e têm passagens anteriores pelos crimes de roubos, furtos, porte ilegal de arma de fogo e tentativa de homicídio.

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“É uma importante prisão realizada pela equipe da Derf-VG, uma vez que, certamente a liberdade destes criminosos implicaria na perpetuação da violência, sobretudo nesta época de final de ano, na qual os comércios ficam mais movimentados”, disse a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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