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Polícia Civil prende quarto acusado de envolvimento em esquema de corrupção no transporte escolar de Peixoto de Azevedo

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Regional de Guarantã do Norte (725 km de Cuiabá), prendeu, nessa quarta-feira (30.4), um homem, de 44 anos, acusado de envolvimento em um suposto esquema de corrupção em contratos de locação de ônibus escolares em Peixoto de Azevedo (675 km de Cuiabá).

Esta é a segunda fase da Operação Caminhos Ocultos. Na primeira fase, deflagrada no dia 9 de abril, foram presos dois servidores públicos lotados na Secretaria Municipal de Educação de Peixoto de Azevedo e um empresário do ramo de transportes.

As investigações apontam que os servidores teriam recebido vantagens indevidas para facilitar o trâmite de processos administrativos relacionados à empresa, que atua na prestação de serviços de transporte escolar.

O preso desta quarta-feira (30) também era servidor da Secretaria Municipal de Educação de Peixoto de Azevedo. Ele foi localizado no pátio da subprefeitura de Peixoto de Azevedo, que fica no distrito de União do Norte. Também foram apreendidos um celular e um pendrive.

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O servidor é apontado como o responsável por adulterar as constatações das quilometragens, elaborar a planilha e encaminhar para a secretaria atestar a prestação de serviço e efetuar o pagamento pelos supostos “serviços prestados” com o acréscimo fraudulento.

“O pagamento da propina aos servidores [suspeitos de participar do esquema] era baseado no acréscimo de serviços prestados, que não havia sido realizado efetivamente. Por isso, o empresário efetuava esse pagamento de valor indevido aos servidores”, explicou o delegado regional de Guarantã do Norte, Geraldo Gezoni Filho.

O inquérito do caso está sendo finalizado e será encaminhado ao Ministério Público Estadual e ao Poder Judiciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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