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Polícia Civil prende oitavo suspeito de envolvimento nos incêndios em Paranatinga

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O oitavo homem envolvido nos incêndios criminosos ocorridos no mês de janeiro em Paranatinga (373 km ao sul de Cuiabá) foi preso pela Polícia Civil, nesta terça-feira (25.2).

O suspeito teve o mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça, após investigação da Delegacia de Polícia para apurar os dois incêndios criminosos ocorridos no município no dia 27 de janeiro.

Com várias passagens por tráfico de drogas e procurado pelo crime de provocar incêndio e integrar associação criminosa, o homem foi identificado nas diligências como um dos responsáveis por cooptar outros integrantes para promover os incêndios.

Após monitoramento, os policiais civis conseguiram localizar o foragido no bairro Panorama. Após cumprimento da ordem judicial, o suspeito foi conduzido para as providências cabíveis, e colocado à disposição do Poder Judiciário.

Com esse mandado de prisão cumprido, sobe para oito o número de suspeitos presos pela participação nos dois incêndios criminosos cometidos no comércio de Paranatinga.

A Polícia Civil segue investigando e adotando medidas para coibir a atuação de facções criminosas na cidade.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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