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Polícia Civil prende mulher que emprestou conta para aplicar golpe em idosa

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A Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, prendeu em flagrante, nesta quinta-feira (27.2), uma mulher, de 35 anos, suspeita de emprestar sua conta bancária para o recebimento de valor proveniente de golpe contra uma idosa.

A vítima é moradora de Toledo (PR). O golpe realizado foi o do falso perfil do WhatsApp. Um homem entrou em contato com a idosa pelo Whatsapp, se passando pelo filho dela, dizendo que trocou de número e que precisava de dinheiro.

A idosa, acreditando na história, fez um PIX no valor de R$ 2.820. Logo depois, ela percebeu que se tratava de um golpe e entrou em contato com a polícia.

A suspeita foi identificada pela conta em que a transferência foi realizada. Ela foi localizada e presa próximo a um hotel em Cuiabá.

A mulher optou por permanecer em silêncio durante o interrogatório. Ela possui antecedentes por tráfico de drogas e se encontra monitorada por tornozeleira eletrônica, no entanto, o aparelho estava desligado.

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A suspeita foi autuada em flagrante pela prática do crime de estelionato eletrônico majorado contra vítima idosa e foi encaminhada à audiência de custódia no Fórum de Cuiabá.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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