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Polícia Civil prende mulher por furto de roupas e calçados em comércios de Sinop

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Uma mulher suspeita da prática de diversos furtos de roupas e calçados em lojas da região central de Sinop foi presa em flagrante pela Polícia Civil, na segunda-feira (21.08), em investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município.

As investigações iniciaram no final do mês de julho, após o primeiro registro de ocorrência, quando a investigada entrou em uma loja de calçados e pediu um copo de água. Após observar alguns produtos da loja, a suspeita percebeu que os atendentes estavam desatentos e pegou uma caixa de calçado, fugindo em seguida em uma bicicleta.

Na segunda-feira (21), a equipe da Derf recebeu uma nova informação de que a suspeita teria ido à mesma loja e tentou fazer uma compra utilizando o cartão de um homem. Com a identificação, os policiais da especializada foram até o centro, conseguindo identificar a mulher, que estava com a mesma bicicleta que ela usava no dia crime.

Durante a abordagem policial, a suspeita tentou fugir e resistiu à prisão proferindo diversas ameaças e palavras de baixo calão. Com ela, foi apreendida uma bolsa, onde estavam quatro peças de roupas (shorts) ainda com cabides e etiquetas, subtraídos da loja, além do cartão de crédito, com o qual tentava efetuar a compra.
Diante dos fatos, a suspeito foi conduzida à Central de Flagrantes de Sinop onde foi autuada pelo crime de furto e posteriormente colocada à disposição da Justiça.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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