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Polícia Civil prende mulher por emprestar conta para receber dinheiro de golpe

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Uma mulher que emprestou conta bancária para receber dinheiro de golpe, foi presa pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes, na quinta-feira (16.02).

A jovem de 26 anos foi autuada em flagrante pelo crime de estelionato, após ser identificada e presa pela equipe em Várzea Grande.

A vítima procurou a Polícia Civil para registrar a ocorrência, e relatou que uma pessoa entrou em contato se passando pelo seu filho, e pediu emprestado a quantia de R$ 1,9 mil.

Acreditando na conversa, a vítima realizou a transferência do valor via PIX creditado na conta da suspeita. Somente após o pagamento, percebeu que havia caído em um golpe.

Diante dos fatos narrados, os policiais civis passaram a diligenciar e localizaram a mulher, a qual foi encaminhada para esclarecimento.

Na Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, a conduzida foi interrogada e autuada em flagrante delito. Após a confecção dos autos, a presa foi apresentada para audiência de custódia.

A Polícia Civil destaca a importância das pessoas se atentarem a pedidos de dinheiro por meio de mensagens ou telefonema. Aconselha-se ter cautela, ligando para o número telefônico cadastrado na agenda, e ainda, converse com outros familiares a respeito para evitar golpes desta modalidade.

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O crime de estelionato eletrônico prevê pena de quatro a oito anos de reclusão.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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