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Polícia Civil prende mais dois autores do homicídio de caminheiro no norte do estado

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Mais dois criminosos, investigados pela autoria do homicídio do caminhoneiro Robson Luiz Mariano, ocorrido em janeiro na cidade de Sinop, foram presos pela de equipe da Polícia Civil do município.

J.M.S., de 26 anos, estava em uma cerâmica, na Estrada Nanci, zona rural de Sinop. Ele foi preso nesta segunda-feira (13.02) pela equipe da Divisão de Homicídios. Com ele, os policiais apreenderam uma pistola 9mm que foi usada em, pelo menos, dois homicídios.

O outro investigado pelo crime, V.G.S.C., de 27 anos, foi preso na sexta-feira passada (10.02), na cidade de Itaúba. Após diligências na região, ele foi localizado pela equipe da delegacia local e encaminhado, posteriormente, para a penitenciária de Sinop

Um terceiro envolvido no homicídio da vítima Robson Mariano foi preso pela Polícia Civil na quarta-feira (08.02).

O crime

O corpo de Robson foi encontrado no dia 22 de janeiro, já em estado de decomposição, dez dias após a data em que desapareceu.

Robson morava no interior de São Paulo e no final de dezembro sofreu um acidente de trânsito em Mato Grosso. O caminhão que ele dirigia foi levado para uma oficina mecânica e ele se hospedou em Sinop para acompanhar o reparo do veículo. No dia 12 de janeiro, a vítima saiu de uma oficina, não foi mais vista e a família não conseguiu contato com ele.

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A partir do registro de desaparecimento feito por um familiar dele, no dia 13 de janeiro, a Divisão de Homicídios da Delegacia de Sinop iniciou a investigação para apurar o paradeiro da vítima.

No dia 22 de janeiro, a Polícia Civil foi acionada pelo Ciosp sobre um corpo localizado em uma mata, nas proximidades da Estrada Cláudia. Uma pessoa informou aos policiais que havia entrado na mata para caçar, porém, sentiu um cheiro muito forte e foi verificar o que era e encontrou o corpo em decomposição.

O cadáver foi encaminhado para necropsia no IML de Sinop e o exame de datiloscopia atestou se tratar da vítima Robson Mariano.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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