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Polícia Civil prende jovem suspeita de aplicar golpes virtuais

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Capturas (Polinter), prendeu na manhã desta terça-feira (22.4), uma jovem de 24 anos de idade, investigado pelo crime de estelionato. A prisão ocorreu no Residencial Buritis, em Cuiabá.

A investigada era alvo da Operação Gênesis, em 2023. Na ocasião, foram cumpridos 54 mandados de prisão e 43 de busca e apreensão contra uma organização criminosa que aplicava golpes virtuais na Capital, a qual era suspeita de integrar. Contudo, não foi detida à época.

No decurso das investigações, a investigada foi apontada como suspeita de vender e alugar contas bancárias de terceiros para recebimento de valores auferidos pelos golpes aplicados pela organização criminosa (Orcrim).

Após a prisão, a jovem foi levada para audiência de custódia e demais prosseguimentos das medidas legais cabíveis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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