POLÍCIA
Polícia Civil prende jovem que agrediu sua companheira com recém-nascida no colo
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Assessoria | Polícia Civil-MT
Um jovem acusado de agredir fisicamente e psicologicamente sua convivente no município de Água Boa (730 km a leste de Cuiabá), foi preso pela Polícia Civil, na noite de segunda-feira (31.01). Os crimes de violência doméstica praticados contra a vítima, de menor de 17 anos, ocorreram na presença da filha do casal recém nascida.
Na manhã de segunda-feira (31) a vítima procurou a Delegacia de Água Boa, para registrar a ocorrência de lesão corporal. A adolescente informou que convive há pouco mais de um ano com o suspeito, e tem uma filha de 24 dias de vida. A vítima contou que estava com a criança no seu colo quando foi agredida pelo companheiro, sendo aquele o terceiro dia seguido das agressões.
Na Delegacia de Água Boa foi verificado que a menor de idade possuía lesão no olho, bem como foi encaminhada para exame de corpo de delito, entre outras providências como medidas protetivas.
Diante dos fatos foram realizadas diligências e após buscas o suspeito foi localizado próximo a casa da vítima no bairro Operário. O jovem de 19 anos preso pelos pelos policiais civis foi conduzido, interrogado e autuado em flagrante por lesão corporal no âmbito da Lei Maria da Penha. Após a confecção dos autos, ele foi colocado à disposiçao da Justiça.
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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