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Polícia Civil prende investigado por duplo homicídio que quebrou celular durante buscas em sua residência

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Um homem que danificou o próprio celular com a intenção de ocultar provas de crime foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na manhã desta terça-feira (10.2), durante operação de investigação para apurar um duplo homicídio, ocorrido no mês de junho de 2025 em Cuiabá.

A prisão do investigado de 37 anos ocorreu durante cumprimento de mandados de busca e apreensão na Operação Força Ativa, deflagrada pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A operação teve como objetivo o cumprimento mandados de busca e apreensão em três endereços distintos, com foco na coleta de provas no âmbito da investigação do homicídio de Claudinei Aparecido Folgaça Júnior e Leildson Rodrigues dos Santos, ocorrido no dia 26 de junho na capital.

Segundo as investigações da DHPP, os dois trabalhadores oriundos do Estado de São Paulo e recém-chegados na cidade, os quais teriam sido apontados como integrantes de uma facção criminosa rival, sendo brutalmente assassinados.

A prisão em flagrante do alvo ocorreu em razão do crime de “embaraçar investigação de crime envolvendo organização criminosa”, uma vez que durante as buscas em sua residência o investigado danificou o próprio aparelho celular de descartou o chip na descarga do banheiro objetivando sonegar informações de interesse policial.

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Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado à DHPP, onde após ser interrogado foi lavrado o flagrante. Posteriormente ele foi submetido a exame de corpo de delito e encaminhado para ao sistema Penitenciário, onde ficará à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil prende suspeitos de homicídio que moravam perto da vítima

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (13.10), a Operação Vizinho do Inimigo, para o cumprimento de quatro ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis.

A ação é resultado das investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis sobre o homicídio de um homem, de 45 anos, ocorrido no início de setembro deste ano, na residência da vítima, localizada no bairro Parque Universitário.

Conforme apurado pela Polícia Civil, no dia 5 de setembro, dois homens chegaram ao imóvel em uma motocicleta, entraram na residência e surpreenderam a vítima no quarto, efetuando 15 disparos de arma de fogo calibre 9 mm. A dinâmica do crime indicou uma ação planejada, que impossibilitou qualquer reação da vítima.

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou dois suspeitos do crime. Um jovem de 23 anos é apontado como o autor dos disparos. Já o segundo investigado, de 26 anos, que morava perto da vítima, teria monitorado a rotina do vizinho e arrombado o cadeado do portão para facilitar a entrada dos executores.

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Com base nas provas colhidas, a Polícia Civil solicitou os mandados à Justiça e deflagrou a operação nesta terça-feira (13).

Durante o cumprimento das ordens judiciais, o suspeito de 23 anos foi localizado e preso em uma residência no bairro Parque Universitário. No imóvel, os policiais apreenderam porções de maconha e cocaína, uma balança de precisão e mais de R$ 5 mil em dinheiro.

Diante do material encontrado, o investigado também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, além de ter sido preso temporariamente no âmbito das investigações sobre o homicídio.

Outro mandado de busca e apreensão foi cumprido na residência do segundo investigado, também no bairro Parque Universitário. Ele não foi localizado durante a diligência e continua sendo procurado pelas equipes policiais.

As investigações prosseguem para esclarecer a motivação do crime, identificar o terceiro envolvido na ação, apontado como o piloto da motocicleta, e aprofundar a apuração sobre a possível participação dos suspeitos em uma facção criminosa com atuação no município.

O nome da operação, Vizinho do Inimigo, faz referência ao fato de que os dois investigados identificados residiam nas proximidades da casa da vítima, circunstância que, segundo a investigação, teria facilitado o monitoramento da rotina e a execução do crime.

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O inquérito policial deverá ser concluído no prazo legal de 30 dias, com o indiciamento dos investigados pelos crimes apurados, conforme os elementos reunidos durante a investigação.



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