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Polícia Civil prende foragido da Justiça com identidade falsa em Matupá

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Matupá (a 695 km de Cuiabá), prendeu, nesta terça-feira (25.2), um homem, de 46 anos, foragido da Justiça, estava vivendo normalmente com o nome e documentos falsos no município.

As investigações tiveram início depois que a Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) de Cuiabá e a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Sinop (a 500 km da Capital) receberem a informação de que um procurado pela polícia, com três mandados de prisão em aberto, estava em Matupá.

A denúncia informava também que o suspeito estava usando documento falso e se apresentava com outros sobrenomes. A informação foi checada e confirmada. Com o novo nome (falso), o suspeito já havia sido preso por tráfico de drogas em Matupá. Ele era obrigado a se apresentar em juízo mensalmente.

Nesta terça-feira (25.2), os policiais civis monitoraram a ida do suspeito ao Fórum e o encontraram se passando pela pessoa do nome falso, no momento em que ele estava assinando o comparecimento mensal ao juízo.

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Diante disso, ele foi preso em flagrante pelo uso de documento falso e também pelos mandados de prisão em aberto. Com ele, foram apreendidos seu celular e diversos documentos usados com o nome falso, inclusive duas CNHs. Ele foi levado para a Delegacia de Matupá e o caso foi registrado como uso de documento falso e prisão por mandado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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