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Polícia Civil prende foragida que atuava com tráfico nos estados de MT e PA

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Uma mulher que atuava com o comércio de entorpecentes nos estados de Mato Grosso e do Pará teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na manhã deste domingo (31.03), em ação realizada pelas equipes da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) e da Delegacia de Cáceres (228 km a oeste de Cuiabá).

A suspeita de 44 anos, natural da cidade de Macapá (AP), foi presa na cidade de Rondonópolis (212 km ao sul da Capital), onde iria visitar o seu esposo, que está detido no presídio local, por envolvimento em crime de organização criminosa.

De acordo a Polícia Civil do Pará, a suspeita era responsável pelo transporte de drogas da cidade de Pacajá (PA). As investigações começaram há um ano, quando ela foi presa em flagrante por tráfico de drogas.

No estado de Mato Grosso, há indícios de que a traficante atuava no comércio de entorpecentes nas cidades de Rondonópolis e Cáceres. Após ter a prisão cumprida, a presa foi encaminhada para fazer exame de corpo e delito e entregue no na 1° Delegacia de Polícia de Rondonópolis.

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As investigações para apurar o envolvimento da investigada com o tráfico de drogas em Mato Grosso seguem em andamento pela Delegacia Municipal de Cáceres.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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