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Polícia Civil prende em Várzea Grande traficante que despachou 11 quilos de skunk para Goiás

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Um traficante, investigado por despachar entorpecentes para outros Estados e considerado foragido da Justiça de Goiás, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil de Mato Grosso, nesta quarta-feira (23.10), em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Repressão Entorpecentes (DRE).

O foragido teve mandado de prisão decretado pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Jataí pelo crime de tráfico de drogas, após ser identificado como o responsável por 11 tabletes da droga skunk, conhecida como supermaconha, despachados como mercadoria em em um ônibus interestadual.

Durante as investigações da Polícia Civil de Goiás, foi apontado que a pessoa que teria enviado a droga seria morador de Várzea Grande, sendo solicitado o apoio da Polícia Civil de Mato Grosso para auxiliar nas investigações.

Os policiais da DRE realizaram diligências e por meio de imagens de câmeras de segurança da rodoviária e de outros pontos da cidade conseguiram chegar à identidade do suspeito, que teve a ordem judicial decretada pela Justiça de Goiás.

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Com a ordem de prisão expedida pela Justiça, nesta quarta-feira (23), a equipe de investigadores da especializada efetuou a prisão do traficante, no bairro Jardim dos Estados, em Várzea Grande, que foi conduzido à delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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