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Policia Civil prende dois envolvidos em homicídio ocorrido em janeiro em Poconé

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Assessoria/Polícia Civil-MT

 

Dois envolvidos em um homicídio ocorrido no mês de janeiro em Poconé (104 km ao sul de Cuiabá) tiveram os mandado de prisão temporária cumpridos pela Polícia Civil, nesta quinta e sexta-feira (03 e 04.03). Segundo as investigações, o crime foi motivado por vingança após uma briga entre um dos suspeitos e a vítima.

O crime que vitimou Ezildo Antônio Gomes da Silva ocorreu no dia 10 de janeiro, por volta das 21 horas, ocasião em que a vítima foi esfaqueada em via pública, no bairro Jurumirim. A vítima chegou a ser socorrida, porém não resistiu aos ferimentos e morreu no dia seguinte aos fatos.

As investigações da Delegacia de Poconé apontaram quatro envolvidos no crime, sendo três deles identificados. No início dos trabalhos investigativos os suspeitos alegaram ter agido em legítima defesa, versão que foi descartada com a evolução das investigações.

A primeira versão apresentada no local dos fatos seria que um dos suspeitos teria quase atropelado a vítima, dando início a uma briga entre eles. A discussão teria evoluído para vias de fato, ocasião em que dois amigos do suspeito chegaram para ajudar a separar a briga, ocasião em que a vítima já havia sido atingida por um golpe de faca.

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Porém em continuidade as investigações, foram ouvidas diversas testemunhas que trouxeram novos elementos que ajudaram a esclarecer as reais circunstâncias dos fatos. Segundo apurado, cerca de uma hora antes dos fatos a vítima e o suspeito tiveram uma discussão, ocasião em que o suspeito foi agredido pela vítima.

Eles seguiram para rumos diferentes, ocasião em que o suspeito acionou mais dois comparsas para ajudar a matar a vítima. Diante das evidências, o delegado de Poconé,  Maurício Maciel Pereira Júnior, representou pela prisão temporária dos dois suspeitos, que foram deferidas pela Justiça.

A ordem de prisão temporária contra um dos suspeitos foi cumprida na quinta-feira (03) em Poconé. O suspeito identificado como autor das facadas foi preso nesta sexta-feira (04), em diligências em Cuiabá. As diligências continuam em andamento para prender os outros dois envolvidos no crime. 

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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