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Polícia Civil prende criminoso envolvido em explosão de loja de departamento em Várzea Grande

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Um dos autores do furto mediante uso de explosivos praticado na madrugada de sábado (30.03), em uma loja de departamentos foi preso em flagrante pela Polícia Civil, em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), logo após o crime.

O crime ocorreu por volta de 02h30 da madrugada de sábado (30.03), quando cinco criminosos quebraram os cadeados do portão da loja, localizada na Avenida da Feb em Várzea Grande e utilizando explosivos, arrombaram a parede e o cofre da empresa, subtraindo aproximadamente R$ 30 mil em dinheiro.

Assim que foi acionada dos fatos, a equipe da Derf-VG iniciou as diligências para identificar e prender os autores do crime. Em análise das imagens de câmeras de segurança, foi possível identificar que os criminosos chegaram ao local em um veículo Etios, produto de roubo ocorrido no último dia 29 de março. 

Pelas imagens também foi possível verificar que os criminosos estavam em posse de armas de fogo, indicando que mesmo tendo a intenção de furtar a empresa, estavam preparados para atuar em um situação de roubo, caso tivessem que render algum segurança no interior da loja.

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Em continuidade às investigações, os policiais identificaram um dos envolvidos no crime, que abandonou o veículo utilizado na ação criminosa, na Estrada do Carrapicho. Com a identificação do suspeito, os policiais da Derf-VG conseguiram realizar a sua prisão em flagrante.

Interrogado na delegacia, ele confessou a participação no furto e explosão na loja, relatando que atuou no crime para pagar uma dívida de R$ 5 mil com o tráfico de drogas. Segundo o criminoso, ele ficou responsável por levar os comparsas até a empresa e auxiliar na fuga, os levando para um local seguro após a ação criminosa.

Além de ter a dívida quitada com o tráfico, o suspeito também teria recebido R$ 500 pela participação no crime. Com ele, também foi apreendido uma porção de cocaína.

Diante das evidências, após ser interrogado pela delegada Elaine Fernandes de Souza, o suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes de associação criminosa, furto majorado pelo repouso noturno e qualificado pela destruição de obstáculo, emprego de explosivo e concurso de pessoas, além de receptação (do veículo utilizado no crime).

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As diligiências seguem em andamento para prender os outros envolvidos no crime. 

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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